Uma homenagem aos artistas lençoenses


Neste ano que passou aconteceram tantas coisas incríveis na minha vida que eu posso considerar o ano das conquistas e um dos anos mais felizes e bem vividos dos meus longos vinte e um anos. Participei de muitos projetos, comecei trabalhar na área que eu estudo e amo e fui muito feliz buscando realizar os meus pequenos sonhos. 


E um dos acontecimentos mais felizes do ano foi uma homenagem que o Studio Órion de dança realizou para os artistas lençoenses, no qual fui homenageada como escritora; título tão nobre para mim, uma escritora de gaveta. Fiquei muito emocionada e feliz por estar representando algo que eu tanto amo e um título que tanto lutei e ainda luto para conquistar. Escrever para mim sempre foi um refúgio, até que decidi compartilhar na internet as minhas palavras e hoje, o blog se tornou uma inspiração; não só para mim, mas para as pessoas que me acompanham também. Sou grata pela oportunidade de inspirar, de compartilhar as minhas palavras e de escrever. Agradeço ao Studio Órion mais uma vez pela linda oportunidade de fazer parte de algo tão grandioso e belo. Desejo que possamos sempre buscar inspiração e florescer tudo que há de mais belo em nós. Desejo que exista força e coragem dentro de cada um de nós para que possamos realizar nossos sonhos e o mais importante, para sermos felizes e capazes de sonhar. 


E essa sou eu. Tentando florescer todos os dias. Cheia de sonhos, no meio de uma estrada linda e cheia de vida. Vivendo. Errando. Aprendendo. Apreciando. Agradecendo. 

O caminho entre pertencer e estar


Uma das lições mais importantes que eu aprendi neste ano foi que você não precisa de muito para ser feliz. Ser realmente feliz. A felicidade realmente está nas pequenas coisas e nos pequenos momentos, mesmo que isso pareça totalmente clichê. Aprendi que é mais importante pertencer do que estar. Aprendi que é muito mais importante estar feliz do que sorrir. Aprendi que as pessoas não são tão sinceras como eu pensei que fossem, e que em muitas vezes eu estava errada sobre elas. Aprendi que o amor é mais simples do que parece. Somos tão egoístas que precisamos o tempo todo estar nos lembrando de amar o outro, ao ponto que esquecemos o quanto é bom amar. Amar de forma simples, sem nada em troca. Foram tantos aprendizados que eu me lembrei de que já havia aprendido todos eles, só precisava me lembrar e me cobrar. E este é o aprendizado mais difícil da nossa jornada por aqui, o aprendizado de não se esquecer do que já foi aprendido. Estar sempre em eterna reconstrução. E não precisamos de um dia no ano para nos lembrar das lições que movem nossos dias, precisamos apenas abrir os olhos e a alma. A felicidade é acessível para todos, depende de como você irá recebê-la. Abrir o coração não é tão simples, mas só depende de você para descomplicar. Clichê mesmo é permanecer sempre no mesmo lugar e com os mesmos pensamentos. As lições mais importantes são aquelas que já sabemos, só precisamos nos lembrar.